domingo, 19 de setembro de 2010

Poluição Sonora !

Poluição Sonora
QUANDO e Como Ocorre : 
A Poluição Sonora Ocorre Num QUANDO Determinado Ambiente Altera o som A condição normal de Audição . Embora ELA Não se acumule nenhuma Meio Ambiente , Como Outros Tipos de Poluição , Vários Causa Danos AO Corpo e à Qualidade de Vida das Pessoas .
O Ruído É O Que Mais COLABORA Para a Existência da Poluição Sonora. ELE É provocado Pelo som excessivo das Indústrias , canteiros de obras , Meios de Transporte, áreas de recreação , etc Estes ruídos provocam Efeitos Negativos Para o Sistema auditivo das Pessoas , Além de Alterações comportamentais e Provocar Orgânicas .

A OMS ( Organização Mundial de Saúde ) considera hum som Que Ficar em Desen Até 50 dB ( decibéis - Unidade de Medida do som ) para Não Causar prejuízos AO Ser Humano . A partir de 50 db , OS Efeitos Negativos Começam . Problemas podem ocorrer ALGUNS Uma Curto Prazo , outros levam anos serem notados n º .

Efeitos Negativos da Poluição Sonora nd saúde dos Seres Humanos :
· Insônia ( Dificuldade de dormir );
· Estresse
· Depressão
· Perda de Audição
· agressividade
· Perda de Atenção e Concentração
· Perda de Memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da Pressão arterial
· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de Rendimento Escolar e Não Trabalho
· Surdez ( em casos de Exposição à Níveis altíssimos de Ruído )

Recomendações Importantes :
Para evitar OS Efeitos nocivos da Poluição Sonora e importante : evitar Locais com Muito barulho , escutar música Num volume de baixo para médio; Não Ficar sem Protetor auricular em Locais de Trabalho com Muito Ruído ; escutar um pé homem ou mp3 player Numérico volume Baixo, nao Locais gritar em Fechados , com Locais evitar aglomeração de Pessoas conversando , Ficar Longe das Caixas acústicas nsa Mostra de fechar Rocha e As Janelas do Veículo em Locais de Trânsito barulhento .

Curiosidade :
Nível de Ruído provocado (aproximadamente - em decibéis )
- Torneira gotejando (20 db)
- música baixa (40 db)
- conversa tranquila (40-50 db)
- restaurante com Movimento (70 db)
- Secador de Cabelo (90 db)
- CAMINHÃO (100 db)
- britadeira (110 db)
- Buzina de Automóvel (110 db)
- Turbina de Avião (130 db)
- Show musical , proximo Como Caixas de som (acima de 130 db)
- tiro de arma de fogo Próximo (140 db)
Voce Sabia ?
- É comemorado em 7 de maio o Dia do Silêncio .
- Para MEDIR o Nível de Ruído Ambiente Num Determinado , os técnicos utilizam SO SO UM chamado decibelímetro Aparelho .


POR : Mércia Vitória

Educação Ambiental

No ambiente urbano das médias e grandes cidades, a escola, além de outros meios de comunicação é responsável pela educação do indivíduo e conseqüentemente da sociedade, uma vez que há o repasse de informações, isso gera um sistema dinâmico e abrangente a todos. 

Conceito               
No ambiente urbano das médias e grandes cidades, a escola, além de outros meios de comunicação é responsável pela educação do indivíduo e conseqüentemente da sociedade, uma vez que há o repasse de informações, isso gera um sistema dinâmico e abrangente a todos.
A população está cada vez mais envolvida com as novas tecnologias e com cenários urbanos perdendo desta maneira, a relação natural que tinham com a terra e suas culturas. Os cenários, tipo shopping center, passam a ser normais na vida dos jovens e os valores relacionados com a natureza não tem mais pontos de referência na atual sociedade moderna.
A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais.
O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais.
Atualmente, são comuns a contaminação dos cursos de água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats faunísticos, além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente.
Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover sob um modelo de desenvolvimento sustentável (processo que assegura uma gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais), a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos.
Diego Duarte

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sustentabilidade & Educação Ambiental






   Sustentabilidade é uma forma de pensamento sistêmico , relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.
   A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.
Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:



- ecologicamente correto;
- economicamente viável;

- socialmente justo; e
- culturalmente aceito.




Um exemplo real de comunidades humanas que praticam a sustentabilidade em todos níveis são as ECOVILAS .




A Sustentabilidade e a Estratégia das Organizações



A ideia de "Sustentabilidade" começa a adquirir contornos de vantagem competitiva, em interação com os temas de gestão, no sentido de serem organizadas cadeias de sentido, e não só de valor, numa orientação que garanta a sobrevivência e o crescimento da organização, a longo prazo. Essa ideia, permitiu a segmentação de alguns mercados, nomeadamente o da energia, com o surgimento das energias renováveis. A sustentabilidade, criou esta vantagem competitiva, numa clara inovação do mercado, em contexto internacional. Investir de uma forma “ética”, e sustentável, é uma motivação do futuro mercado SRI (Social Responsibility Initiative). Este conceito, está intimamente relacionado com o da responsabilidade social das organizações. É por isso, fundamental, de acordo com M. Porter, construir uma só estratégia, pois refere que “normalmente as companhias têm uma estratégia económica e um estratégia de responsabilidade social, e o que elas devem ter é uma estratégia só”. A ideia da sustentabilidade, como estratégia de aquisição de vantagem competitiva, por parte das empresas, é refletida, de uma forma expressamente declarada, na elaboração do que as empresas classificam como “Relatório de Sustentabilidade”. Uma consciência sustentável, por parte das organizações, pode significar uma vantagem competitiva, se a mesma for encarada, em primeira mão, como uma componente de uma só estratégia da organização, tal como defende Porter, e não como “algo” que concorre, à parte, com “a estratégia” da organização, como fazendo parte da política de imagem ou de comunicação.





A Sustentabilidade das Organizações Educativas



  A sustentabilidade é uma palavra consideravelmente recente, relativamente ao sistema educacional, e tem vindo a alcançar significados muito diversificados na sociedade e cultura atual. Do latim, este termo origina-se da palavra “sustentare”, que encaminha para noções como: comportar, resguardar, auxiliar, colaborar, segurar, preservar em bom estado, fazer frente a, suportar.
Nas análises institucionais, o próprio conceito esteve quase sempre muito demarcado ao aspecto econômico, em particular no que se refere à dimensão financeira das organizações.
   Durante muito tempo se considerou a sustentabilidade, como associada à viabilidade econômica das organizações e por muito tempo, a sustentabilidade de organizações sociais também esteve relacionada à eficiência econômica, e esta, por sua vez associada à captação de meios e recursos. Neste panorama, a sustentabilidade é atingida por meio da combinação das fontes de financiamento.
    Este conceito tem evoluído desde a década de 1980, ascendendo de maneira clara e precisa, sobre a compreensão das organizações. A organização deve se adaptar às mudanças para ser sustentável, tendo em conta também aspectos referentes à cultura e à transformação das organizações. Se as necessidades sociais se vão modificando e moldando, as organizações devem auxiliar e acompanhar estas transformações para continuar a levar em conta o seu propósito social.
   As instituições de ensino superior sustentável, procuram investir na qualidade da aprendizagem dos seus alunos, pois tem sob sua responsabilidade organizar e intervir na transmissão dos conhecimentos. A formação e a qualificação consagradas por ela, devem estar intimamente relacionadas com a realidade social, que se torna complexa, de uma forma gradual, e torna-se fundamental, aos novos profissionais, o crescimento de uma capacidade de resposta ativa, comunicativa, ponderada e autônoma.








SOCIEDADE SUSTENTÁVEL






Sociedade Sustentável lembra-nos a responsabilidade de transmitirmos aos nossos filhos e netos um mundo com oportunidades iguais as que herdamos.
  De acordo com Capra (2002), não precisamos inventar comunidades humanas sustentáveis a partir do zero, e sim modelá-las seguindo os ecossistemas da natureza, que são as comunidades sustentáveis de plantas, animais e microrganismos. Uma vez que a característica mais marcante da biosfera consiste em sua habilidade para sustentar a vida, uma comunidade humana sustentável deve ser planejada de modo que, suas formas de vida, negócios, economia, estruturas físicas e tecnologias não venham a interferir com a habilidade inerente à Natureza ou àsustentação da vida.
   O tema da sustentabilidade confronta-se com o paradigma da "sociedade de risco". Isso implica a necessidade de se multiplicarem as práticas sociais baseadas no fortalecimento do direito ao acesso à informação e à educação ambiental em uma perspectiva integradora. E também demanda aumentar o poder das iniciativas baseadas na premissa de que um maior acesso à informação e transparência na administração dos problemas ambientais urbanos pode implicar a reorganização do poder e da autoridade. Existe, portanto, a necessidade de incrementar os meios de informação e o acesso a eles, bem como o papel indutivo do poder público nos conteúdos educacionais, como caminhos possíveis para alterar o quadro atual de degradação socioambiental. Trata-se de promover o crescimento da consciência ambiental, expandindo a possibilidade de a população participar em um nível mais alto no processo decisório, como uma forma de fortalecer sua co-responsabilidade na fiscalização e no controle dos agentes de degradação ambiental.






EDUCAÇÃO SUSTÉNTAVEL






A educação ambiental ou, como posso dizer, a educação sustentável é definida segundo Dias (1992, pág. 92) como um processo permanente, no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do meio ambiente e adquirem os conhecimentos, os valores, as habilidades, as experiências e a determinação que os tomam aptos a agir individual e coletivamente para resolver problemas ambientais presentes e futuros. E continua ainda o autor... "se caracteriza por incorporar as dimensões sociais, políticas, econômicas, culturais, ecológicas e éticas, o que significa que ao tratar de qualquer problema ambiental, deve-se considerar todas as dimensões."
 Diante desta problemática posso destacar aqui um dos principais objetivos no que diz respeito à educação sustentável: proporcionar a toda a sociedade a consciência de se adotar comportamentos e atitudes ambientalmente adequadas, possibilitando o desenvolvimento de estratégias que estejam voltadas para a construção de uma sociedade sustentável, ou seja, estabelecendo padrões que proporcione uma melhor qualidade de vida.











Por : Maisa Brito

quinta-feira, 9 de setembro de 2010



                         Para onde vai o lixo?

Você já parou para pensar sobre quanto lixo é produzido, por dia, na sua casa?

            Será que o seu lixo é também o meu lixo?

             


                                              Joga isso fora, é lixo!
Quantas vezes já ouvimos alguém dizer isso? Lixo da rua, de casa, de comércio, de hospital... Todos falam sobre o lixo: a televisão, os jornais, a escola. Mas afinal, o que é lixo?
Se você observar tudo que jogamos fora todos os dias chegará à conclusão de que lixo é tudo aquilo que consideramos inútil, indesejável ou descartável, ou seja, tudo aquilo que já não nos servem mais. Mas será que tudo que não serve mais para você também não serve para mim?
Basta prestar atenção em tudo o que acontece ao nosso redor para ver que nem sempre o que é considerado lixo para uma pessoa é inútil para outra. Muitas pessoas produzem roupas e peças artesanais a partir de retalhos de tecido, ou enfeites natalinos e poltronas com garrafas pet. A Pastoral da Criança, por exemplo, aproveita cascas de alguns alimentos para salvar a vida de muitas crianças com a multi-mistura. É só usar a imaginação e o conhecimento que muita coisa, que é considerada lixo, se transforma em novos produtos úteis para a sociedade. O lixo é um dos grandes problemas ambientais da atualidade. Enquanto a população do planeta cresceu 18% no período de 1970 a 1990, a produção de lixo aumentou 25% nesse mesmo tempo.

                     CONHECENDO UM POUCO MAIS SOBRE O LIXO
Estima-se que o Brasil produz 240.000 toneladas de lixo por dia. O que fazer com tanto lixo? Primeiro é preciso reconhecer e separar lixo do que não é lixo e com isso podemos até aumentar a renda familiar além de conservar o meio ambiente. Mas para isso, vamos conhecer um pouco mais sobre o lixo.
Entende-se por lixo todo e qualquer resíduo sólido resultante das atividades do homem na sociedade. Dependendo de sua origem, o lixo pode ser classificado como:

LIXO
DOMICILIAR: Gerado basicamente nas residências, constitui-se de restos de alimentos, produtos deteriorados, jornais e revistas, embalagens em geral, papel higiênico, fraldas descartáveis, etc.

LIXO
COMERCIAL: Gerado pelos diferentes segmentos do setor comercial e de serviços, tais como: supermercados, estabelecimentos bancários, lojas, bares, restaurantes, etc. O lixo destes estabelecimentos é composto principalmente por papéis, plásticos, restos de alimentos e embalagens diversas.

LIXO
INDUSTRIAL: Originado nas atividades dos diversos ramos da indústria, podendo ser constituído por cinzas, lodos, resíduos alcalinos ou ácidos, papéis, plásticos, metais, vidros e cerâmica, borracha, madeira, etc.

LIXO
HOSPITALAR: Produzido em hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, clínicas veterinárias, postos de saúde, etc. Constitui-se de agulhas, seringas, gazes, algodões, órgãos e tecidos removidos, meios de cultura, fotográficos de raios X, etc.

LIXO PÚBLICO: Originado nos serviços de limpeza pública, incluindo limpeza de vias públicas, repartições públicas, escolas, limpeza de áreas de feiras livres, praias, terrenos, córregos, etc.

LIXO ESPECIAL: Composto principalmente por resíduos da construção civil, tais como restos de obras e demolições; por animais mortos e restos das atividades agrícolas e da pecuária, como embalagens de agro-químicos e adubos; restos de colheita; ração, etc.

No Brasil, a geração de lixo per capita varia de acordo com o porte populacional do município. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), elaborada pelo IBGE em 2000, a geração per capita de resíduos no Brasil varia entre 450 e 700 gramas para os municípios com população inferior a 200 mil habitantes e entre 700 a 1.200 gramas em municípios com população superior a 200 mil habitantes.

                                                 
                                       PARA ONDE VAI O LIXO?
São centenas de milhares de toneladas de lixo produzidos diariamente no Brasil e grande parte desse lixo é depositado em lixões a céu aberto, normalmente afastado dos centros urbanos.
Quando o lixo é depositado sem nenhuma medida de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública, o resultado é o intenso mau cheiro e a disseminação de doenças graves transmitidas por moscas, mosquitos, baratas e ratos, além da contaminação do solo e das águas superficiais e subterrâneas.
Segundo dados do IBGE de 2000, em cerca de 71,5% das cidades brasileiras com serviço de limpeza urbana, o lixo é depositado em lixões a céu aberto. Uma pesquisa encomendada pela Unicef em 1998 revela ainda que há lixões em: 26% das capitais brasileiras, 73% dos municípios com mais de 50 mil habitantes e 70% dos municípios com menos de 50 mil habitantes. E, praticamente em todos esses lixões existem pessoas trabalhando, incluindo crianças.

                                                    QUE PAÍS É ESSE?
O poema escrito por Manuel Bandeira retrata a situação de muitos brasileiros que vivem em condições de miséria e retiram seu sustento do lixo.
Segundo dados do Unicef, em 1998 existiam cerca de 45 mil crianças e adolescentes vivendo e trabalhando nos lixões espalhados pelo país. De acordo com o documento do Ministério do Meio ambiente: criança, catador, cidadão – experiência de gestão participativa do lixo, Unicef, 1999, “muitas das crianças nascidas no lixão são filhas de pais que também nasceram ali”. São meninos e meninas, com diferentes idades, que são expostos aos perigos dos movimentos de caminhões e de máquinas, à poeira, ao fogo, aos objetos cortantes e contaminados e aos alimentos podres, ajudando seus pais a selecionar embalagens, jornais e papelões. Muitas dessas crianças estão desnutridas e doentes ficando sujeitas, ainda, a acidentes e outros problemas como abuso sexual, gravidez precoce e uso de drogas. Grande parte dessas crianças em idade escolar – cerca de 30% – nunca foram à escola. O lixo é sua sala de aula, seu parque de diversões, sua alimentação e sua fonte de renda. Ganham de R$ 1,00 a R$ 6,00, por dia, mas o trabalho que fazem é fundamental para contribuir com a renda de suas famílias.

O BICHO
“Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os
detritos.
.
.
.
O bicho, meu Deus,
Era um homem.

.                QUANTO MAIS RICO, MAIOR A PRODUÇÃO DE LIXO.
Você já reparou na quantidade de lixo que se acumula na lata de lixo da sua casa, nos fins de semana? Por dia, calcula-se que cada brasileiro produza 1 quilo de lixo por dia, portanto, uma pessoa que vive 70 anos poderá produzir, ao longo de sua vida, até 25 toneladas de detritos.
O lixo é um indicador curioso de desenvolvimento de um país. Quanto mais desenvolvido, maior quantidade de lixo produzido.
Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, Abrelpe, o brasileiro passou a produzir muito mais lixo depois do Plano Real. A cidade de Salvador teve um aumento de 40% na coleta de detritos. Em São Paulo, o crescimento foi de 13%. Os cariocas, assim como os curitibanos, jogaram 22% mais coisas fora. Mas, ainda estamos longe dos americanos com seus inacreditáveis 3 quilos por pessoa/dia. Em geral, os países mais desenvolvidos produzem mais lixo domiciliar per capita (quilos por dia). Veja a tabela a seguir:

PAÍSES QUILOS PER CAPITA/ DIA
EUA 3,2
ITÁLIA 1,5
HOLANDA 1,3
JAPÃO 1,1
BRASIL 1
GRÉCIA 0,8
PORTUGAL 0,6

Mas o lixo não é visto como um problema em todos os países. Nos Estados Unidos a indústria de reciclagem do lixo fatura aproximadamente 120 bilhões de dólares por ano. Em Nova York são aplicadas multas de até 300 dólares para o cidadão que não faz a triagem em casa separando papéis, latas, plásticos e vidros. Em Madri, capital da Espanha, 50.000 habitantes recebem energia elétrica gerada a partir da reciclagem do lixo. O sistema transforma montanhas de detritos em gás metano. Esse gás vai para uma minitermelétrica que faz a conversão para eletricidade. No Japão não há lixões, parte dos detritos é colocado e enviado para países vizinhos que cobram pelo serviço. No Brasil o problema vem sendo enfrentado de forma inadequada e improvisada.

NA NATUREZA NADA SE CRIA, NADA SE PERDE, TUDO SE TRANSFORMA.
Essa frase foi dita pelo cientista francês Antoine Laurent Lavoisier (1743- 1794), que após vários experimentos anunciou a Lei da Conservação das Massas usando métodos quantitativos na pesquisa química.
O lixo orgânico também passa por várias transformações químicas e, quando submetido à ação de bactérias, em alta temperatura, se transforma em dois subprodutos: um é o adubo natural e o outro é o gás metano (CH4), que pode ser usado como combustível em usinas termoelétricas.
A quantidade de gás metano, produzido pela compostagem de todo lixo orgânico brasileiro, seria suficiente para alimentar uma usina de 2000 megawatts, a usina nuclear de Angra I, por exemplo, tem capacidade de 657 megawatts. Uma usina termoelétrica, como essa, produziria em um ano 3,6 billhões de reais em energia. E jogamos fora todo esse dinheiro no lixo. Só 0,9% do lixo brasileiro é destinado às usinas de compostagem.
A reação de combustão do gás metano (CH4) ocorre quando este interage com o gás oxigênio (O2), tendo como principal produto a formação de gás carbônico (CO2) e água (H2O). Esta reação é chamada de reação completa. No entanto, é importante salientar que a combustão do gás metano (CH4) pode não ser completa, ou seja, é possível ocorrer à formação de outros produtos além de gás carbônico (CO2) e água (H2O). Nesse caso, dizemos que ocorreram reações incompletas, tais como: a formação de monóxido de carbono (CO) e água (H2O) ou a formação de carbono (C) e água (H2O).
Na reação de combustão é liberada uma grande quantidade de energia (na
forma de luz e calor), que possui várias aplicações: iluminação, funcionamento de motores, aquecimento da água em caldeiras, produção de energia elétrica, etc.
Consideremos em nosso estudo apenas a combustão completa do metano que pode ser representada pela seguinte equação química:
                                        CH4(g) + O2(g) → CO2(g) + H2O(g)
Tendo como pressuposto a Lei de Conservação das Massas, pode-se afirmar que, em uma reação química, a massa total antes da reação é igual à massa total após a reação. Na reação acima o gás metano reage com o oxigênio produzindo gás carbônico e liberando água. Mas, quanto de gás metano reage com o gás oxigênio?
Considerando que a matéria é formada por átomos, quando ocorre uma reação química, o princípio de Lavoisier ou lei de conservação das massas garante que o número de átomos envolvido nos reagentes deve ser o mesmo presente nos produtos formados.
Uma forma de a equação química representar a conservação da matéria é por meio do balanceamento químico da reação, ou seja, um mecanismo utilizado para garantir que em ambos os lados da equação química o número de átomos seja o mesmo.
O balanceamento de uma reação química pode ser realizado de algumas formas, uma delas é utilizando o processo de resolução de SISTEMA DE EQUAÇÕES. Nesse sentido, a equação que representa a combustão completa do gás metano pode ser escrita da seguinte forma: xCH4 + yO2 → zCO2 + tH2O, ou seja, x moléculas de gás metano, reagem com y moléculas de oxigênio e liberam z moléculas de gás carbônico e t moléculas de água.

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                                     RECICLAGEM: UMA DAS SOLUÇÕES
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção. Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
Há alguns anos pensava-se que o problema do lixo seria resolvido com a reciclagem. Hoje sabemos que a reciclagem é apenas uma das soluções e que se faz necessário um Gerenciamento Integrado do Lixo, o que envolve o uso racional e associado das seguintes opções: redução do lixo gerado, aterros sanitários, incineração com recuperação de energia, compostagem e reciclagem.
Quando você compra um produto numa embalagem de papel, de vidro, de plástico ou de metal, pode ser que ele, um dia já tenha sido jogado fora como lixo.
A reciclagem é o processo que permite o reaproveitar desses materiais que serão transformados em novos objetos. Mas por que reciclar? Apresentamos algumas razões:
- Diminuímos a quantidade de lixo e, portanto, reduzimos os problemas trazidos por ele como a necessidade de espaço nos aterros sanitários entre outros.
- Poupamos dinheiro, pois obter plástico, papel, vidro ou metal a partir de matéria prima natural custa mais do que reaproveitar o que já existe.
- Economizamos energia, pois gasta-se menos energia na reciclagem do que na obtenção a partir de fontes naturais.
- Conservamos os recursos naturais, como as árvores (usadas para fabricar papel), o petróleo (matéria prima para os plásticos) e os minérios (que permitem obter metais).

                                     LIXO: UM OSSO DURO DE ROER
Um dos maiores problemas dos centros urbanos, em relação ao lixo produzido, refere-se ao seu destino. O tempo necessário para decomposição do lixo no ambiente é muito longo. Veja na tabela a seguir o tempo que cada material demora para se decompor.

ALUMÍNIO 200 a 500 anos
CHICLETES 5 anos
EMBALAGENS LONGA VIDA Até 100 anos (alumínio)
EMBALAGENS PET Mais de 100 anos
FILTROS DE CIGARROS 5 anos
PAPEL E PAPELÃO Cerca de 6 meses
PNEUS Indeterminado
VIDROS Indeterminado
PILHAS Até 500 anos

           

Todos nós podemos colaborar para diminuir os problemas causados pelo destino incorreto do lixo e, conhecer os problemas é o primeiro passo para buscar possíveis soluções. Separar o lixo para reciclagem é apenas uma das soluções, mas é uma atitude que devemos exercitar todos os dias começando pela nossa casa.
Procure pensar a respeito dos problemas ambientais, provocados pelo acúmulo de lixo, e tentar encontrar soluções para preservar o meio ambiente. E esteja certo de que seus atos farão muita diferença para preservar nosso planeta.



Aluno: Luis Miguel Lima Silva .`.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ecologia Urbana

Ecologia urbana, um campo da ecologia, é uma nova área de estudos ambientais que procura entender os sistemas naturais dentro das áreas urbanas. Ela lida com as interações de plantas, animais e de seres humanos em áreas urbanas. Ecologistas urbanos estudam árvores, rios, vida selvagem e áreas livres encontrados nas cidades para entender até que ponto esses recursos são afetados pela poluição, urbanização e outras formas de pressão.




Estudos em ecologia urbana podem ajudar as pessoas a verem as cidades como parte de um ecossistema vivo.



Podemos notar claramente, que o meio ambiente foi alterado de forma radical e devido a isto esta área da Ecologia adquiriu uma importância tão grande que a fez torna-la essencial. Nascentes de água e reservas subterrâneas foram infectadas ou extinguidas através da ocupação humana descontrolada. Essa dura realidade se mostra clara quando vemos as grandes cidades com altos índices de poluição ambiental gerada após anos de descaso e só agora estamos sentindo o quanto fomos irresponsáveis ao consumirmos irracionalmente o nosso planeta.



Aplicar políticas que visem criar a conscientização das pessoas e a introdução da cultura de sustentabilidade e ecologia urbana nas populações de todas as faixas sociais é fundamental para garantir uma melhor condição de vida para todos e dar a oportunidade de aprenderem que a utilização de meios sustentáveis pode ser muito mais do que meramente "agir ecologicamente de forma correta"



Uma área muito conhecida da população e que está intimamente ligada a ecologia urbana é a reciclagem. E devido a sua grande importância, esses programas envolvendo reciclagem de materiais e o processamento de resíduos, deveriam passar a ser subsidiado pelos governos assim como patrocinados pela iniciativa privada.



Assim, a sustentabilidade urbana consiste em um dos grandes desafios da sociedade atual e consequentemente de seus governantes

Reciclagem na construção civil

O uso da reciclagem na construção civil

Com a evolução tecnológica e a preocupação contínua pela preservação do meio ambiente, cientistas, engenheiros ou pessoas comuns desenvolveram técnicas para a construção civil usando materiais recicláveis como o pneu, as garrafas PET e o isopor. Esta estratégia, além de gerar menos lixo como o entulho, resulta em uma boa economia no final da obra.
Isopor
A indústria da construção civil é responsável por uma grande parte do lixo produzido nas grandes cidades. As empreiteiras produzem milhares de quilos de entulho . Estes, por lei, não podem ser depositados em aterros sanitários e terrenos baldios. Isto gera um grande problema para as metrópoles. Uma das possíveis soluções seria o uso de materiais recicláveis.
BlocosJá existem experimentos que usam o EPS (isopor) reciclado e garrafas PET para produzir blocos para construção civil . Os blocos são chamados de ISOPET. Eles são encaixados e cobertos por uma fina camada de concreto leve. Com essa medida, a necessidade de produtos como areia grossa e fina – que é escassa em muitas regiões – deixa de ser prioritária. Essa prática também reduz o consumo de energia elétrica, fato que reduz substancialmente o valor final da obra.
Um dos pontos positivos do uso desses materiais alternativos é que, no caso do pneu e do isopor, pela especificidade da sua composição química, eles produzem um resultado térmico muito bom. Eles mantêm a temperatura estável dentro do imóvel. Ou seja: no inverno se tem uma casa mais quente, e no verão mais fresquinha.
Algumas cidades brasileiras já possuem políticas ecológicas. Isso por dois motivos: cuidarPneu do meio ambiente e gerar recursos. Os materiais que antes poluiriam rios e matas por centenas de anos, passam agora a ter uma nova utilidade. A cidade de Araçoiaba da Terra , SP, construiu uma galeria para escoamento de águas da chuva numa das principais avenidas da cidade usando pneus de caminhão reciclados. O resultado disso foi uma economia de R$ 54 mil no final da obra.
Da mesma forma que as grandes indústrias se esforçaram para estampar em suas fachadas o símbolo do ISO 14.000, muitas construtoras estão correndo atrás dos Selo Verde. Esta denominação vem dos EUA, no qual se chama “Liderança em Energia e Design Ambiental”. Na sua origem, ela surgiu quase como um modismo estilístico, mas atualmente vem ganhando forças pelo mundo todo. Sua meta é fazer com que as empresas se preocupem em fazer uma “construção sustentável”. O uso de materiais reciclados e de origem ambientalmente correta, como tijolos reciclados, tintas que não são de origem petroquímica e madeira de reflorestamento são alguns exemplos. Atualmente, há mais de 20 empreendimentos na fila para obter o selo no Brasil.

 Por : Ana Carolina Cezár

                                                        ROUPAS RECICLÁVEIS